sábado, 4 de janeiro de 2014

Como pode alguém preferir reclamar

Como pode alguém preferir reclamar à tentar fazer por si mesmo; preferir culpar à ousar transformar; preferir seguir à ser desbravador do viver; preferir se desculpar pela inação à se arriscar pela ação, e a preferir, por fim, copiar do que construir, e reviver do que a aprender vivendo?

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Somos todos “filhos” do pó das estrelas

Somos todos “filhos” do pó das estrelas. Sem elas existiriam basicamente o Hidrogênio, o Deutério (um isótopo do Hidrogênio com dois nêutrons, também conhecido vulgarmente como hidrogênio pesado) e algum Hélio.

Não bastasse a pobreza

Não bastasse a pobreza que por si só já leva sofrimento a uma população, ou a um grupo de qualquer população, a natureza, aética como é, age porque responde as leis naturais, e acaba algumas vezes por piorar ainda mais o sofrimento de muitos.

Como posso achar que realmente amo

Como posso achar que realmente amo, achar que sou realmente capaz de amar em toda essência do que o amar seja, uma vez que talvez sequer tenha aprendido a respeitar a todos os outros, em especial os diferentes de mim, os distantes de mim, os que comigo não comungam, os que não vejo, ou então aqueles que são naturalmente excluídos e abandonados? 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O Amor não existe

Talvez este seja mais um texto polêmico, mas tenham a certeza que não busco com ele ferir sensibilidade de ninguém, ou provocar quem quer que seja, mas a necessidade de expressar o que penso e o como sinto, e com a mesma liberdade que defendo para os outros, me colocarei neste texto.

O estado deve ser laico

O estado deve ser laico, até mesmo para resguardar a liberdade democrática de profissão de fé, de culto religioso e... de não fé. 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Somos seres limitados

Somos seres limitados. Limitados pela natureza e limitados também pelo que desconhecemos. Somos limitados no ser que somos e no que nos é possível ser enquanto tivermos vida. Somos limitados no que podemos perceber, mas somos limitados também no que podemos processar mentalmente e aprender verdadeiramente.

Como pode alguém exigir algo

Como pode alguém exigir algo, quando não se compromete, ele mesmo, muitas vezes, por este mesmo algo? Como posso exigir respeito, se muitas vezes sou o primeiro a não me comprometer com o respeito sincero a todos? Como posso exigir uma sociedade justa, se a grande maioria das vezes não me exponho para transformar esta sociedade em algo mais humana, digna e justa?

Como posso me sentir humano

Como posso me sentir humano se compactuo, ou sou conivente e aceito, ou mesmo se silenciosamente ajudo, a manter esta sociedade desumana e irresponsável?


Não posso ser feliz

Não posso ser feliz no sofrimento dos outros, mas posso ser parcialmente feliz no meu próprio sofrimento.

Não posso ser feliz com a infelicidade dos outros, mas posso ser parcialmente feliz com a minha própria infelicidade.

Não posso ser feliz no desespero dos outros, mas posso ser plenamente feliz em minha desesperança.