Eu acredito em coisas que não sei, mas eu não acredito
naquilo que sei.
Mesmo para crer naquilo que não sei, busco mínimos que sejam
indícios e evidências, mesmo que superficiais, buscando certa aderência
racional ao que conheço, e me obrigo certa análise crítica para que possa crer
sem me perder em impossibilidades lógicas, ou inconsistências com o que sei.
Crer é diferente de saber, mas crer jamais pode ser independente e incompatível
com o que já conhecemos e sabemos.
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