Somos um pouco de muitas coisas, entre elas somos um muito daquilo que nos lembramos, consciente ou inconscientemente. Somos também aquilo que esquecemos, e também um que daquilo que não queremos lembrar, e para complicar somos sempre um algo novo, diferente daquilo que acabamos de ser. Somos parte consciente, e em muito maior parte somos inconsciente, não por sermos necessariamente alienados, mas sim porque somos o que se processa no submundo inaudível do nosso circuito neural. Somos uma revolução sináptica ocorrendo em tempo real, somo uma mente que se transforma por transformação de nosso cérebro. Somos assim, em essência, eternos desconhecidos, eternos “mutantes” enquanto seres mentais.
Muito daquilo que nos identifica como seres únicos, a cada instante, deriva de nossas experiências, e daquilo que consciente ou inconscientemente nos lembramos.

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