Não costumo ser um homem de extremos, mas me uso destes como forma de mensuração e tabulação, como forma de buscar os limites, meus, da realidade e dos outros, e assim testar continuamente o que realmente penso ou sinto além da realidade do que existe e as possibilidades de comportamentos de todos. Utilizo-me assim dos extremos como uma espécie de ajuste fino do que sinto, do que sou, do que sou capaz, e do que realmente penso e entendo como possibilidades de verdade, das verdades do que sou e do que possa ser.

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