O Amor que muitas vezes valseia em minha mente falseia em meu ser, não ganha raízes profundas porque sendo um fraco acabo por dar muito valor a imagem, por ser um irresponsável tendo a dar mais valor por mim mesmo, e sendo um prepotente que se vê como humano, mente que sabe amar, mas que desafina no real viver, e que de forma dissonante cria histórias, bonitas e lógicas algumas, simplesmente para me ajudar a me iludir e para tentar iludir a todos, quando no fundo estou muito mais para desumano do que para humano. O amor que firula em oratórias, muitas vezes fantásticas, acaba por fazer falta no dia a dia de nosso viver.
Acabo sendo como uma pedra recoberta de limo e lodo, da inação, da falta de atitudes, e da falta de coragem absoluta para me lançar de corpo e alma mental pela transformação do mundo, primeiramente do meu mundo e por decorrência, deste mundão real.
O Amor... Há o amor... Como desejaria tê-lo construído, porem mal consegui estruturar alguma realização do respeito ao próximo. O amor em simples valsa é no fundo um amor em falta, um amor teatro, e um amor sem força e sem vida, assim o sentimento de humanidade não consegue terreno para crescer e para fincar raízes em meu ser mental...

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