Não pode importar nossa origem.
Não deveria importar nossa crença.
Não merece importância nossa classe social.
Não faz sentido valorar as opções sexuais, a cor ou o gênero.
Deveria apenas importar nossa humanidade, nossas realizações e a forma como construímos nosso viver.
Abominemos todas as segregações e discriminações.
Todos nascemos muito parecidos mentalmente. Não nascemos tábula rasa, mas a educação e nossas experiências de vida vão reestruturando nossas redes neuronais, entretanto em essência somos, em geral, todos parecidos.
Agora se a ética e o Amor humano não forem suficientes para nos integrar com respeito mútuo, que a força da lei aplicada faça a sua parte garantindo os mesmos direitos e liberdades, a mesma inclusão social, e cobrando as mesmas obrigações, a todos.

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